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Presidente do Senado se reúne com Lula e leva insatisfação sobre MP de créditos fiscais

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  • 12 de junho de 2024

Rodrigo Pacheco expressa insatisfação com uso de medida provisória e destaca a necessidade de diálogo com entidades empresariais para minimizar reações negativas

Na segunda-feira 10/6, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto para tratar da recente medida provisória (MP) que limita os créditos de PIS/Cofins para empresas.

A MP, publicada pelo governo na semana passada, gerou significativa repercussão entre empresários e parlamentares, levando Pacheco a expressar suas preocupações ao presidente.

Insatisfação do Senado

Durante a conversa, Pacheco manifestou sua insatisfação com a decisão do governo de utilizar uma medida provisória para este tema, destacando que este dispositivo legal entra em vigor imediatamente e pode perder a validade se não for votado em até quatro meses.

O senador ressaltou a ausência de respeito à noventena, prazo de 90 dias necessário para a medida entrar em vigor.

A medida provisória visa restringir o uso de créditos de PIS/Cofins, que atualmente podem ser usados para abater o pagamento de outros tributos.

O governo estima um aumento de receita de R$ 29,2 bilhões em 2024 com esta restrição.

Segundo o Ministério da Fazenda, a MP é essencial para compensar a desoneração da folha de pagamento de 17 setores econômicos e de municípios.

Reações e estratégia do Governo

O encontro faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para tentar amenizar as reações negativas de diversos setores à proposta.

Nos próximos dias, o Ministério da Fazenda planeja se reunir com entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para discutir a medida.

Decisão pendente

 Pacheco afirmou que deverá tomar uma decisão sobre a devolução ou não da MP até amanhã, deixando claro o papel crítico do Senado no processo legislativo e na mediação entre os interesses do Executivo e os impactos econômicos e sociais das medidas provisórias.

Redação CNPL sobre artigo de Juliana Moratto