Generic selectors
Somente termos específicos
Buscar em títulos
Buscar em conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

CNPL oferece sua estrutura para a nova entidade

Outras notícias

...

Centrais sindicais propõem isenção total de IR sobre PLR dentro novo projeto do governo

Em reunião com ministros representantes defenderam mudanças na proposta de reforma do Imposto de Renda. Em meio às discussões sobre…

Stone chega a 70% de maquininhas habilitadas para Pix por aproximação

Empresa espera encerrar o mês com a ferramenta em 100% de sua base de aparelhos O mercado espera que o…

iFood e Yvy unem forças em fundo para acelerar motos elétricas

Gigante do food delivery é 1ª investidora-âncora, aportando US$ 7,5M em fundo que deseja captar US$ 50M iFood investe US$…

Queda na base de contribuintes e perda de arrecadação: reforma do IR acumula críticas

Texto é considerado um passo correto na direção da redução de desigualdades, mas especialistas alertam para riscos na perda de…

O presidente da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, que participou do evento de fundação da Federação Médica Brasileira, destacou que, apesar de trabalhar sempre pela unidade, “quando os objetivos pessoais ultrapassam os objetivos do coletivo como, me parece, aconteceu, com desregramento inclusive estatutário, aí não tem outra saída a não ser tentar organizar de uma outra forma”. Presidente de uma entidade representativa de 51 categorias profissionais brasileiras, que hoje agrupa 28 federações e possui na base 500 sindicatos, Azevedo afirma que a criação de uma nova federação, em “hipótese alguma” fere o princípio da unicidade sindical.

“Não vemos isso como pluralidade sindical, mas como desmembramento e, em hipótese alguma, como quebra de unicidade sindical”, explicou. “Os médicos estão de parabéns por tentar se organizar novamente numa federação nacional, que vai lutar pelos interesses coletivos da categoria”, acrescentou Azevedo. A CNPL possui 63 anos e, segundo o IBGE os sindicatos da sua base representam 15 milhões de profissionais brasileiros, o que garante maior legitimidade à entidade. “A CNPL vem ao ato de fundação da FMB para ser solidária e colocar sua estrutura ao lado da nova federação”, disse o sindicalista para os médicos reunidos em Belém. Agendas defendidas pela CNPL vão ao encontro das organizações médicas, ressaltou ele. Entre elas, estão a defesa da qualidade da medicina contra o Mais Médicos e a Carreira de estado para médicos. “Quando houve a abertura do mercado de trabalho para os cubanos com o Mais Médicos, a CNPL defendeu, no Ministério do Trabalho, a mesma reciprocidade para médicos brasileiros em outros países, resumiu. Fonte: Assessoria de Imprensa SINDIMEPA

]]>