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Brasil bate recorde de buscas por Bitcoin

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  • 13 de março de 2024

Bitcoin Google

 

Dados do Google Trends mostram que as buscas pelo termo “Bitcoin” atingiram um novo recorde no Brasil, superando os picos de 2017 e 2021.

O motivo está relacionado a alta do Bitcoin, atualmente cotado a US$ 72.500.

Os 5 principais estados brasileiros por interesse são: Tocantins, Pará, Roraima, Maranhão e Mato Grosso. Já as cidades são Mujuí dos Campos (PA), Goianápolis (GO), Parintins (AM), Itaituba (PA) e São Gabriel (RS).

Buscas pelo termo “Bitcoin” batem recorde no Brasil após criptomoeda renovar topo histórico. Fonte: Google Trends.

No mapa acima também é possível ver que as buscas por Bitcoin acontecem em todo território nacional, incluindo pequenas cidades até as maiores capitais.

Em 2023, o Livecoins usou o Google Trends para analisar as criptomoedas mais populares de cada estado brasileiro. Na data, as maiores buscas eram por Bitcoin e Ethereum.

Interesse pelo Bitcoin é mundial

O interesse pelo Bitcoin não é exclusivo dos brasileiros, pelo contrário.

O mundo inteiro apresenta buscas pelo termo “Bitcoin”.

No topo aparece a Nigéria, assolada pela inflação, seguida pelas Bahamas e por El Salvador, país que adotou o BTC como moeda legal em 2021.

Já o Brasil aparece na 79ª posição, empatado com países como Estados Unidos e Ucrânia.

No fim da lista estão Iraque, Comores, Micronésia e Sudão.

Interesse de busca por Bitcoin entre 2009 e 2024 por países. Brasil aparece na 79ª posição. Fonte: Google Trends.

 No entanto, o interesse global pelo Bitcoin ainda não atingiu sua máxima como aconteceu no Brasil.

No momento, a métrica está em 59 de 100, ainda longe do topo de 2017.

Em nota, o Google destaca que “um valor maior significa uma proporção maior de consultas, não uma contagem absoluta maior”.

Ou seja, o número de pesquisas no Brasil é maior que do Turcomenistão, mesmo esse pequeno país asiático aparecendo na frente no raking.

Bitcoin “antecipa” ciclo do halving e atinge nova máxima

Nos ciclos passados, o Bitcoin sempre subiu após o halving, quando a recompensa dos mineradores é reduzida pela metade.

No entanto, o mercado se antecipou neste ano e o BTC já atingiu uma nova máxima.

O motivo foi a aprovação dos ETFs nos EUA, que acabou gerando uma pressão compradora sem precedentes.

Apenas em fevereiro, o BTC subiu dos US$ 42.500 para os US$ 61.000, uma diferença de US$ 18.500.

Nas primeiras semanas de março, o BTC já subiu outros US$ 11.300 e está sendo negociado por US$ 72.500.

Para William Quigley, cofundador da Tetherisso significa que a verdadeira alta do Bitcoin ainda não começou.

Segundo o executivo, podemos esperar que o preço chegue aos US$ 300.000 no ciclo deste halving.

Por fim, o Bitcoin se tornou um fenômeno global e hoje é elogiado até mesmo por aqueles que anteriormente o criticavam.

Redação CNPL com informações de Livecoins